Pedra da Ferida

Ontem foi dia de passeio pedestre pela cascata da Pedra da Ferida. Esta cascata e floresta envolvente situa-se na freguesia do Espinhal.

É fácil chegar até aqui, já dentro da aldeia do Espinhal têm indicações para este lugar.

Vouzela, Caramulo e tudo o resto!

Belíssima decisão de aceder ao convite para ir pedalar na zona de Vouzela esta Quinta-Feira! Há anos que não percorria caminhos por ali e foi com um enorme agrado que recebi o convite para voltar.

Desta forma eu e mais dois colegas juntámos para aqueles que seriam os 60 quilómetros do “melhorzinho” em btt que já tenho feito, derivado de vários aspectos, paisagem, trilhos, “estradões”, descidas, pedra, natureza, enfim, foi uma barrigada de tudo o que de melhor se pode tirar desta actividade. Deixo-vos com algumas fotos e a sugestão de darem um salto até Vouzela, que tem um centro de btt, por razões óbvias, os tracks podem ser descarregados online num site disponibilizado pela câmara, em: http://cm-vouzela.pt/desportodenatureza/.

P.s Fizemos o track 6, com algumas alterações! Neste trajecto são inúmeros os pontos de interesse tais como, Sra. Do Castelo, mata da Penoita, Dólmen da Malhada do Cambarinho, aldeia de Adsamo e Covas, lagoa da Lapa de Meruje, a mata “mágica” de Carvalhal de Vermilhas, aldeia de Couto, Serra de Farves, e reserva botânica de Cambarinho, claro, uma grande passagem pela serra do Caramulo!

É OBRIGATÓRIO IR PARA QUEM NÃO CONHECE!

Fotos:

Strava:

Pelos caminhos do Rabaçal

Aproveitando o meu período de férias decidi ontem juntamente com o Márcio uma visita à aldeia do Rabaçal (http://www.rabacal.net/index.php), esta aldeia encontra-se num vale com a mesma denominação. Esta aldeia é bastante popular na zona Sicó, derivado não só da sua grande actividade agro-pastorícia e alimentar (os queijos bem como o azeite são de elevada qualidade e reconhecidos), bem como altamente importante em termos históricos, esta situa-se relativamente perto de Condeixa com as suas ruínas romanas, encontrando-se nesta vários monumentos da era romana e sua presença em Portugal.

A caminho do Rabaçal percorremos boa parte da serra de Sicó, na encosta mais este, pelo caminho ficou Pousadas Vedras, o Canhão do Vale do Poio na Redinha, Degracias, 4 Lagoas e Chanca. A zona entre Degracias e 4 Lagoas foi este Verão visitada por um incêndio que deixou aquela zona de serra que é belíssima com um manto negro desolador, é frustrante ver o fogo dissipar parques naturais mas é com bastante satisfação ver agora esta mesmo a recuperar.

Chegados ao Rabaçal com cerca de 40 quilómetros feitos era hora de almoço, aqui não há dúvidas a casa é sempre a mesma, “Restaurante O Cantinho da Clotilde”, fixem este nome! A comida aqui é como se fosse caseira, ou caseira mesmo, não contem com pratos sofisticados, aqui manda a chanfana, o cozido e as caras de bacalhau, as bebidas são de 1,5 litros e rodam por todos no restaurante, é o verdadeiro “BBB”, bom , bonito e barato!

No regresso fizemos a encosta oposta do vale, percorrendo o sopé do Germanelo (castelo), Jerumelo, uma outra séria de montes, acabando nos moinhos do Outeiro, seguimos daqui em direcção a Poço dos Cães fazendo a partir daqui caminho para acasa sempre por alcatrão, ou quase!

Fotos:

Strava:

Subida em BTT ao S. Antonio da Neve

Deixo-vos aqui um evento para dia 8 de Dezembro, promovido pela NatureLousã, apesar de não poder ir aconselho a vossa presença, de certo será um dia bem passado junto de malta “porreira”.

Sabe mais em: https://www.facebook.com/events/1407394119291613/

lousã btt

Penedos de Góis, ou Povorais

Nos livros chamam-lhes os Penedos de Góis, para mim e alguns, são os Penedos de Povorais! A Lousã não é grande, é gigante, de bom! É como se fosse sempre a primeira vez…

Fotos:

Vídeo:

Caminhos do Cabril

“Desde tempos ancestrais que os caminhos do Cabril foram calcorreados pelos mais diversos povos. Por aqui transitaram o Homem Pré-Histórico, os Romanos e, provavelmente, os Árabes.”

Hoje foi a minha vez! 🙂

Fotos:

Strava:

Colcurinho e Santuário de Nossa Senhora das Necessidades

Hoje aproveitei para fazer uma visita ao monte do Colcurinho e visitar a respectiva capela ou Santuário construído em honra de Nossa Senhora das Necessidades. O “track” foi-me disponibilizado por um colega das “biclas” e assim bem cedinho parti de casa em direcção a Góis, local onde daria inicio ao percurso, desta vez não fui sozinho tendo levado comigo uma amigalhaço para partilhar a rota.

A saída de Góis desenrolou-se pela nacional 234 em direcção a Arganil, a meio caminho o track enviou-nos por estradas rurais a subir a imponente Serra do Açor, apontamos bússolas para a mata da Maragaça que atravessaríamos não pelo meio mas por cima, ou mais a Sul, bem no alto da serra. O Açor cada vez me cativa mais, tenho esta zona já bem definida como uma das preferenciais para BTT, as vistas são de cortar a respiração.

Continuávamos com um andamento médio/baixo até que avistamos pela primeira vez e bem ao fundo o destino que nos trouxe aqui, o Colcurinho, estávamos ainda a “anos luz” deste e com o acumulado sempre a somar.

A hora de almoço aproximava-se e derivado da total falta de água e alguma fome, numa fase em que nos faltaria pouca distância para o objectivo optámos por descer ao Piodão e abastecer na totalidade, descemos dos 970 metros para os 700 quando já nos faltava apenas 300 metros para o Colcurinho. Foi o melhor pois deu para descansar um pouco e reabastecer de líquidos e sólidos com um belo “bitoque”, eram nesta altura 13h00!

A curiosidade de visitar a capela lá bem no alto deu-nos força para a última grande rampa do dia, e foi com enorme satisfação que me sentei nas escadas daquela igreja bem lá no alto que nunca mais irei esquecer. Todo aquele quadro é ímpar, a Este a imponente Serra da Estrela com as suas duas torres a Sul Piodão e toda uma Serra e montes para descobrir, incrível!

A metade final do percurso era praticamente sempre a descer ou em planos, houve ainda lugar a passagem no Santuário de Nossa Senhora das Preces, local bastante respeitado aqui nesta região, houve ainda tempo para uma cola no Piano, na Aldeia das Dez e para terminar fomos descobrir o porquê do nome “Ponte das 3 Entradas” nesta localidade 🙂

O resto foi feito à beira do Rio Alva até Arganil, com Avô e outras a ficarem para trás!

Valeu muito a pena a ideia, esta ficará na memória para sempre! Fiquem-se com as fotos e boas pedaladas, ou passeios!

Fotos:

Strava:

Noite de Morcegos de Pombal (10ª)

noite morcegos pombal

Poço de Corga

Estou de momento a gozar a minha primeira semana de férias. Tenho dividido o tempo por casa, para descansar e em visitas a praias fluviais aqui nas redondezas. A verdade é que o tempo está óptimo para banhos mas não tão bom para pedalar, este calor intenso não me convida a pegar na bicicleta, dessa forma tenho-me deslocado mais de carro 🙁

Esta semana desloquei-me a Poço de Corga, esta será eventualmente a melhor praia fluvial que conheço, conheço poucas é certo mas das que conheço considero esta como sendo a minha de eleição.

Poço de Corga situa-se no concelho de Castanheira de Pêra, o acesso é fácil, basta seguir até Castanheira de Pêra, apanhar a estrada em direcção à Lousã e encontramos desde logo placas indicativas para este local, ficará a 2/3 quilómetros após Castanheira, não mais que isso.

Este local remoto oferece condições excelentes para um belo banho, a localização é excelente dado que estamos totalmente inseridos numa paisagem natural magnífica entre montes e floresta, trata-se de um sítio soalheiro com águas cristalinas que pedem um mergulho na hora! Conta ainda com serviço de restaurante e bar com esplanada.

Um local com certeza a pedir uma primeira visita e um regresso.

Serra Amarela, o Açor

Já à muito que desejava percorrer algumas aldeias perdidas no centro de Portugal, entre elas Piodão, Aldeia das Dez e Avô. Ontem foi o dia em que isso aconteceu tendo conseguido “enganar” mais três amigos.

O track foi preparado em casa por mim, meio às escuras, estava preparado para o pior e para o melhor. O arranque deu-se em Arganil por volta das 8:30. O primeiro ponto de interesse seria a Fraga da Pena, cascata belíssima que surge logo ao fim das duas primeiras horas de pedalada, chegar lá foi complicado, sair foi uma aventura! A saída fez-se por um caminho pedestre normalmente bastante inclinado e sinuoso, belíssimo, que nos levou ao topo da cascata, neste topo existe outra cascata que penso poucos já lá tenham ido.

Após este primeiro aviso seguimos bem pelo meio da Mata da Margaraça, numa estrada de calçada, plano, com um verde ímpar em todo o nosso redor, aqui começamos a subir para os 1100m de altitude e a partir daqui seria uma valente descida até Piodão.

Chegamos ao Piodão por volta da 13:00, tínhamos 40 quilómetros feitos, acho que nem tanto, a média estava a ser boa! No Piodão almoçamos um belo de um “bitoque”, fiquei contente de aqui vir e conhecer, a aldeia é bonita, diferente, no entanto já começa a ter turismo a mais, muita gente, muito carro, motas, confusão, tivemos que aguardar mesa para almoçar já no fim de nos darem negas em dois restaurantes, é uma aldeia bastante procurada, não fazia ideia.

A saída do Piodão foi feita à meia encosta num trilho pedestre com 2,7 quilómetros, liga a Foz d’Égua, é um percurso muito, muito porreiro, sempre a direito, não muito técnico, dá para embalar bem, é um fósforo até Foz d’Égua. Esta aldeia, outra das que queria visitar é bastante rural, perdida no meio de um buraco, de carro não é fácil lá chegar nem sair, mas vai-se e vale a pena. Aldeia também em xisto, pequena, típica, com certeza cheia de histórias para contar, um local que merece uma visita, podem aproveitar e dar um mergulho na praia fluvial, águas mais limpas é difícil encontrar, muito bom.

O próximo ponto de visita obrigatória era a Aldeia das Dez, mas chegar até lá foi bastante complicado, uma subida bastante complicada em “s” tipo corta-fogo, pedra solta, do pior, foi toda à mão, para mim e para mais dois, foi difícil voltar para os 800 metros, mas passado um bom tempo lá chegamos ao topo. Pelo caminho e nesta fase uma vista fantástica, um amigo comentou que parecia estarmos no Machu Picchu, eheheh, ao fundo a imponente serra da Estrela, não tão longe como isso, viam-se as duas torres com relativa facilidade. Monte ultrapassado era altura de descer e descer, por caminhos nem sempre muito ortodoxos, ainda deu para partir uma maneta de travão traseiro de um companheiro, problema técnico resolvido seguimos para o último ponto de interesse, a Aldeia das Dez, aqui aproveitou-se para uma cola, cafés e contemplar uma vista, que olhem, só vendo….a seguir vinha Avô, mas era sempre a descer 😉

O dia começava a ficar curto e chegados à vila de Avô, sabendo que tínhamos ainda 24 quilómetros até Arganil, decidimos fazer pela estrada nacional abaixo, a rolar e descomprimir da tareia. A chegada a Arganil deu-se pelas 19:00 (aqui começou outra aventura, mas isso fica para outro dia)

Dei o dia por muito bem entregue, já tinha esta rota em mente à muito, mas ontem foi mesmo o dia ideal para a fazer, quem espera sempre alcança.

Até já!

Fotos:

Strava:

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