Month: Agosto 2015

Avalanche Lousã 2015

avalanche lousã 2015A corrida mais louca do mundo está aí à porta! Sabe tudo em: http://www.avalanchelicorbeirao.pt

A voltinha pela Sicó (Domingueira)

O dia hoje começou cedinho. A volta foi de btt pela Sicó. Fiquem-se com as fotos do dia, numa pedalada que me levou pelo meio da serra até à aldeia do Sabugueiro, bem no topo desta serra. Fiquei 3 dias sem andar e senti-me um pouco “preso”, a semana que se segue vem juntamente com uma aventura agregada. Siga!

Fotos:

Strava:

Salto ao Agroal

gitane bike

Hoje e a convite do Sr. Manelito programei uma visita por estrada ao Agroal, tinha feito esta volta à uns meses, ele gostou da ideia e assim ficou decidido o destino. As previsões eram de 82Klm com uns pequenos 1500m D+.

Os primeiros passos foram rápidos, rumo a Albergaria dos Doze, junto à linha, rolava-se a bom ritmo, estávamos cientes que após Albergaria iria começar um sobe e desce, não muito duro, mas a moer. Foi assim até ao Casal dos Bernardos, após esta localidade voltou-se a rolar a bom ritmo até ao nosso destino, o Agroal. Por ser Sábado e época de imigrantes estava tudo a abarrotar, fizemos uma breve paragem para descanso e fizemo-nos de novo à estrada, rumo a Ourém.

Logo após a saída do Agroal enfrentamos a primeira grande subida do dia, nada de muito duro, mas a fazer mossa, em cada 10 metros o Manel dava-me 20 de avanço. Ficou a fazer “piscinas” no topo à minha espera, também não foi nenhuma hora…

Uma cola pelo meio num café cheio de agitação onde o dono estava à sesta na esplanada, tivemos de o acordar para nos servir a cola :). Estávamos perto do fim do mundo aqui!

O castelo de Ourém tardava a aparecer, por isso foi com dupla felicidade que o avistamos, “tava a ver que não aparecia”, dizia o Manel! Eu já o tinha pensado à muito 🙂

Saímos de Ourém logo com uma grande picada, por forma a fazer a estrada mais pelo interior e evitar o trânsito, a subida custa mas coloca-nos logo no topo, tornando o percurso após esta fase tendencialmente rolante, tirando uma ou outra “subidita”. Foi quase um sopro a chegada à Caranguejeira, faltavam cerca de 20Klms até casa. Tempo de nova Cola, um reforço com umas barras manhosas do Manel, que souberam a mel, o homem já se vinha a queixar com fome. Eu já vinha cheio dela, mas sem apetite, nem sabia que isso era possível.

Agora já sentíamos o “cheiro” a casa, faltava a maldita subida das Colmeias ao Barracão, acabou por se fazer nas calmas, pelo menos para mim, já estava a “tremer” das pernas nesta fase.

Terminei com 90Klms julgo, um bom empeno e uma volta a ter em conta, gostei 5 estrelas!

Strava:

De volta à “cigana”, por terras de Freixianda

Apesar da minha tendência cair mais sobre o btt hoje foi dia de uma volta de estrada, isso mesmo, alcatrão, muito, com bike a condizer e tudo! Do que gosto é de pedalar, seja em btt ou estrada, por isso quero ver se pego nesta um pouqinho mais….hoje até foi fixe!

A volta foi simples, já era conhecida, a ideia era um salto até à Freixianda e depois fazer a ligação a Abiúl e regressar a casa, foi isso que fiz, com muitas fotos pelo meio, completamente descontraído e sem pressas. Apercebi-me hoje da enorme quantidade de alminhas que existe pelo caminho, muitas mesmo, várias com fontes ao lado. Já em tempos e de btt fiquei com a ideia que esta zona da nossa região valoriza mais o aspecto religioso comparando por exemplo com a minha zona.

Terminei o percurso com 61 quilómetros, parece pouco mas soube a muito, tenho de dar mais oportunidades à bike de estrada…

Fiquem-se com as fotos!

Fotos:

Strava:

Se não te apetece, vai.

Fazia hoje sensivelmente uma semana que não pegava em nenhuma bike, nem olhar para elas, são dias…mas hoje, ao fim do dia de trabalho decidi mesmo contra vontade dar uma volta. As voltas ao fim de dia podem tornar-se enfadonhas, chatas, sem história, percorremos muitas vezes os mesmo percursos vezes sem fim, o tempo não permite muito mais durante a semana, era esse mesmo motivo que hoje me estava a impedir de sair, afinal era mais uma volta pela Sicó, só isso…

Saí de casa por volta das 19:00, rumei em direção a Pombal com a ideia de já nesta cidade apanhar o Cabaz Florido, sítio onde gosto muito de passar e assim nada seria tão “chato”, o resto logo se via. O céu e horizonte hoje apresentava uma cor alaranjada, não estava muito muito a ser tão igual como costume, decidi que seria algo mesmo na “descontra”, sem pressas e esta terá sido a melhor ideia que tive até hoje.

Ao entrar na serra tentei ver as coisas de maneira diferente e imaginar que seria a primeira vez que lá passaria, o ambiente estava diferente, não sei, a famosa diagonal que liga o cabaz florido à aldeia do vale, esse single “maldito” acabei por fazer pela primeira vez sem pôr o pé no chão, a descontração era total.

Depois veio a aldeia do vale, onde já passei, talvez umas 3500 vezes, mas hoje estava diferente, até as casas, as renovadas estão muito bem integradas na aldeia e no seu ser, nunca tinha reparado nisso, o turismo rural, sim, aqui parece que funciona, vêm pessoas de fora usufruir disto e eu que sou de cá nunca lhe terei dado o devido valor? A parte “chata” foi a subida para o pesadelo da serra, a pedreira, aqui sim, tudo igual, como ontem e como amanhã, o buraco é enorme, nunca mais tem remédio, enfim! P.S. E apresenta perigo, a meu ver…

O final da volta pela serra foi e para finalizar em grande pelo vale a sul do eco, aqui sim, hoje passei lá à hora certa, as cores estavam sublimes, fiquei impressionada em como aqui tão perto, tenha afinal coisas tão “cool”. A natureza apresenta-se sempre de forma diferente, nós só temos de fazer as coisas de forma diferente também.

Moral da história, por vezes um mau dia, poderá ser um excelente dia. Se não te apetece vai, podes confirmar.

Fotos:

Strava:

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