Month: Fevereiro 2016

Tranquilamente pela Lagoa Parada e Poço dos Cães

Hoje foi uma voltinha curta e tranquila (como sempre) aqui pelo meu “quintal”. A volta gerou passagem pelas localidades de Ramalhais, Lagoa Parada, Poço dos Cães e Sabugueiro, alguns cantos calmos aqui bem perto de nós! Pode ser aproveitado para fazer num Domingo à tarde de carro, ou mesmo de bicicleta, podem na Melriça (entre Lagoa Parada e Poço dos Cães) dar um salto aos moinhos e contemplar a paisagem!

Fotos:

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Serra do Branco, a mal-amada

Sábado não tive muita disponibilidade para pedalar, de tarde lá consegui arranjar duas “horitas” e decidi aproveitar. Saí de casa meio sem destino e com o tempo contado, fui pedalando lentamente até que me lembrei de dar um salto até à Serra do Branco, na zona da Memória e Portela da Memória, já não ia para lá faz anos e achei boa ideia reviver um pouco do passado e ver em que estado se encontravam alguns dos caminhos que antigamente fazia por lá mais regularmente.

A Serra do Branco é pequena, não tem muita pedra mas tem bastante barro, é também uma zona de constante sobe e desce, é difícil ver os quilómetros a passar, subidas a passar vês muitas 🙂

Derivado da chuva dos últimos tempos não foi surpresa encontrar aquele “barrinho” todo a agarrar-se aos pneus, estava tudo muito enlameado, a serra contínua igual a si mesma, difícil, nem sempre se anda com um sorriso de orelha a orelha e daí ser uma zona pouco apetecível para o pessoal do BTT. Ao iniciar-me nesta “onda” do btt à alguns anos atrás era frequente vir até aqui, normalmente com mais pessoal, mas muitas vezes sozinho, soube bem voltar passado estes 3/4 anos e ver “in-loco” de novo esta zona/serrinha!

Fotos:

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Serra de Sicó, a passeata!

Hoje foi dia de mais um passeio descontraído pela Serra de Sicó. Rumei até às antenas, ponto mais alto da Sicó na localidade dos Ramalhais. Normalmente tens duas opções para subir às antenas: ou pela “testa” que é o caminho mais complicado ou então pelo estradão do lado Norte, dizem ser mais acessível ou simples, para mim são os dois complicados! Como tal optei por inventar a minha própria subida às antenas, ou parte, nos Ramalhais e um pouco antes da “testa” subi por um estradão meio fechado e secundário, era a ver o que dava. Acabei por ter de fazer algumas partes a pé e saltar pedra sobre pedra, aquilo começou a fechar, entretanto lá consegui chegar a um outro caminho secundário que me deu acesso via parte sul ao trilho do “Mota”. Fiz o trilho em sentido contrário rumando às antenas, a chuva estava a começar, o frio intensificava-se à medida que ia subindo. Chegado Às antenas foi tempo para umas selfies entre mim a bike e a paisagem, o frio era intenso e não tinha impermeável, a roupa molhada não ajudava, desci rapidamente em direcção ao campo de futebol de Pousadas Vedras ou ex campo, pelo trilho do caçador, apesar da pedra molhada até se faz bem!

Já cá em baixo rumei a Pombal pela serra abaixo, ainda estava com ideias de ir ver um outro trilho que para lá andam a abrir, estive na entrada deste mas optei por não fazer pois deu ideia que me ia levar um pouco de volta atrás, estava frio, molhado e era má ideia fazer-me a ele, ou estar a fazer experiências todo encharcado. Fica para outro dia!

Fotos:

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Vermoil, passeio em BTT curtinho

As duas últimas semanas têm sido de chuvadas atrás de chuvadas, não pegava na bike faz hoje 15 dias, muito devido à chuva mas também por falta de apetite, hoje decidi que iria dar uma voltinha, a ideia era algo curtinho só para esticar as pernas, pretendia ir até à Aldeia do Vale na Sicó e descer pelo Vale, só para ver se o ribeiro que geralmente está seco trazia água e em que quantidade!

Após sair de casa e passados 2 quilómetros coloquei a ida à Sicó logo de parte, rajadas de vento enormes e nuvens bastante ameaçadoras no horizonte fizeram ficar-me pela zona de Vermoil, por aqui iria visitar alguns ribeiros e ver o caudal das águas, um pouco por todo o País os rios transbordaram e queria ter noção da realidade aqui ao pé de casa.

Fui visitando o rio Arunca em diversos pontos, trazia de facto água como normalmente não se vê, tudo o que é ribeiro caminha também no limite, terras encharcadas completamente por todo o lado, felizmente ao que parece a chuva irá dar tréguas, pelo menos durante esta semana que vem, ver se aproveito para recuperar algum tempo não perdido mas não aproveitado a pedalar.

Fiquem-se com as poucas fotos e dados, fiz também um pequeno vídeo num dos açudes, metia algum medo! 😉

Fotos:

Vídeo:

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