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Agroal a Alvaiázere

Finalmente tive oportunidade de dar a minha voltinha vadia na “cigana”, a minha bike de BTT continua no estaleiro, melhor a roda traseira, daí a opção hoje era estrada, ainda bem!

Saí bem cedo de Vermoil, a ideia era ir ao Agroal e depois logo se veria, com as últimas chuvadas queria ver como estava a brotar esta nascente do Rio Nabão. O ritmo esse foi sempre calmo, normalmente acompanhado rola-se mais rápido, sozinho tens todo o tempo do mundo.

Chegado ao Agroal não fiquei impressionado com o caudal, pensei que tivesse muito mais água a sair, a água essa era límpida como hábito, mesmo a apetecer um mergulho, mas se de Verão é gelo, imagino agora. Foi tempo para umas fotos e seguir viagem.

A placa um pouco atrás (antes de chegar ao Agroal) a indicar “Ferreira do Zêzere” ficou-me a morder, desta forma retornei por onde tinha vindo e passados 2/3 quilómetros fiz-me a Ferreira do Zêzere, ou melhor a caminho de, não tinha em mente ir até lá. A subida logo após este cruzamento até encontrar a primeira povoação é longa, felizmente não muito íngreme, nesta zona e logo na primeira povoação tive oportunidade de tirar fotos a 2 capelas minúsculas, muito engraçadas, Portugal esconde verdadeiros monumentos um pouco por todo lado, vi de tudo, até uma brutal casa antiga tipo “senhorial” com torre e tudo, obviamente um pouco em estado mau, como grande parte destes edifícios que julgo são de grande interesse.

Quando dei por mim não fazia ideia onde estava, só sabia que estava, ali, foi então que me indicaram o caminho para a nacional 110, esta estrada liga Coimbra a Tomar julgo, a partir daqui e após percorrer poucos quilómetros nesta fiz-me em direcção a Alvaiázere, queria subir a serra pelo lado oposto que geralmente subo, faltava-me essa cereja!

Cheguei a Alvaiázere já bem empenado, mas faltava-me chegar a Vermoil, já tinha uns bons quilómetros nas pernas, a subida para sair desta vila em direcção a Ansião pela N348 foi penosa, sinceramente não sei que lado prefiro, após este mimo foi rolar em direcção a Abíul, onde apanhei um furo na roda traseira, resolvido o problema segui viagem para casa.

Foi uma boa manhã de estrada, já tinha saudades de sair por aí “alones” e sem “stresses”. Venha a próxima!

Fotos:

Strava:

Salto ao Agroal

gitane bike

Hoje e a convite do Sr. Manelito programei uma visita por estrada ao Agroal, tinha feito esta volta à uns meses, ele gostou da ideia e assim ficou decidido o destino. As previsões eram de 82Klm com uns pequenos 1500m D+.

Os primeiros passos foram rápidos, rumo a Albergaria dos Doze, junto à linha, rolava-se a bom ritmo, estávamos cientes que após Albergaria iria começar um sobe e desce, não muito duro, mas a moer. Foi assim até ao Casal dos Bernardos, após esta localidade voltou-se a rolar a bom ritmo até ao nosso destino, o Agroal. Por ser Sábado e época de imigrantes estava tudo a abarrotar, fizemos uma breve paragem para descanso e fizemo-nos de novo à estrada, rumo a Ourém.

Logo após a saída do Agroal enfrentamos a primeira grande subida do dia, nada de muito duro, mas a fazer mossa, em cada 10 metros o Manel dava-me 20 de avanço. Ficou a fazer “piscinas” no topo à minha espera, também não foi nenhuma hora…

Uma cola pelo meio num café cheio de agitação onde o dono estava à sesta na esplanada, tivemos de o acordar para nos servir a cola :). Estávamos perto do fim do mundo aqui!

O castelo de Ourém tardava a aparecer, por isso foi com dupla felicidade que o avistamos, “tava a ver que não aparecia”, dizia o Manel! Eu já o tinha pensado à muito 🙂

Saímos de Ourém logo com uma grande picada, por forma a fazer a estrada mais pelo interior e evitar o trânsito, a subida custa mas coloca-nos logo no topo, tornando o percurso após esta fase tendencialmente rolante, tirando uma ou outra “subidita”. Foi quase um sopro a chegada à Caranguejeira, faltavam cerca de 20Klms até casa. Tempo de nova Cola, um reforço com umas barras manhosas do Manel, que souberam a mel, o homem já se vinha a queixar com fome. Eu já vinha cheio dela, mas sem apetite, nem sabia que isso era possível.

Agora já sentíamos o “cheiro” a casa, faltava a maldita subida das Colmeias ao Barracão, acabou por se fazer nas calmas, pelo menos para mim, já estava a “tremer” das pernas nesta fase.

Terminei com 90Klms julgo, um bom empeno e uma volta a ter em conta, gostei 5 estrelas!

Strava:

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