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Passeio BTT trilhos do Alto Nabão

Passeio BTT trilhos do Alto Nabão

O grupo desportivo e recreativo das serras da Sabacheira presenta após um ano de intervalo o Passeio BTT trilhos do alto Nabão, este passeio terá por volta dos 30 quilómetros.
com uma organização especializada e trilhos brutais será sem duvida o passeio BTT que não vai querer perder.

Mais informações em www.bttserras.pt.am

BTT Alvaiázere

Na minha visita na semana passada à nascente do rio Tordo ficou um “amargo” de boca por não me esticar mais para “dentro” da zona de Alvaiázere. Ficou decidido que hoje iria voltar a passear por algumas das belas localidades serranas deste concelho que muito tem para oferecer, sério!

Como tal arranquei bem cedo de casa, por volta das 8:00, o tempo apesar de Inverno estava ameno. Foi com um enorme agrado que voltei a passear a “burra” por terras como o Bofinho, Almoster, Ariques, entre outras, pelo caminho e só por curiosidade aquando da minha passagem pelo Bofinho quase que fui obrigado por um pastor a subir ao “queixo”, para quem não sabe este é o nome que alguma malta minha conhecida dá ao topo da serra de Alvaiázere, é uma subida e tanto, hoje não estava com disposição para grandes transpirações e vi-me perdido e achado numa acessa mas saudável discussão com o homem para encontrar um caminho que fiz à já muitos anos naquela zona, tenho a certeza que passei na entrada deste mas o homem insistiu que aquilo não tinha passagem e como já era cabras aos saltos por todo o lado, fiz por outro lado, também porreiro!

Terminei (quase) percorrendo os caminhos de S.Tiago até Ansião, depois foi sempre a rolar até casa junto ao Nabão, Ramalhais e casa.

Belíssima manhã de btt. Fiquem-se com as fotos:

Strava:

Rescaldo Raid Vilaventura – Vila Cã

IMG_0614A previsão de bom tempo dada pela organização ao início da semana começou a ir literalmente água abaixo com o aproximar do evento, a previsão era de chuva intensa para Sábado e Domingo (hoje) estando a região mesmo sobre aviso amarelo.

Tendo eu feito a inscrição para o evento estava disposto a tudo, com chuva, sem chuva, muita ou pouca. Confirmou-se, quando acordei por volta das 7 horas chovia nas horas, ponderei, enchi-me de coragem e lá decidi ir, era o que desse e viesse.

Em Vila Cã por volta das 8:30 não chovia, apesar de estar bastante enublado, quando acabei de colocar o dorsal na “burra” começou a dita, envergonhada mas consistente, estava lançado o dado para a manhã, aqui a dúvida seria os 30 ou 50 quilómetros, logo se via, conforme o terreno e disposição.

Os primeiros quilómetros foram feitos por estradões envolventes a Vila Cã com direcção à Arroteia na Sicó, apesar da chuva não se formava muita lama tirando uma zona pequena aqui e acolá, volta e meia. A descida do cabaz florido debaixo de chuva aqui já mais intensa tornava-se numa aventura, exigia-se olhos bem abertos para não se correr o risco de ficar pelo caminho com um trambolhão, a pedra molhada na Sicó escorrega, escorrega mesmo, como em nenhum outro lugar!

Terminada esta fase iríamos fazer o percurso inverso pela estrada do Vale em direcção à aldeia com este mesmo nome, o reforço estava localizado logo ao início deste, após uma primeira picagem de controle, deveria ter uns 15 quilómetros feitos até aqui. Reforço bem composto com tudo o necessário à excepção dos pastéis de nata que são um mimo e um bolo caseiro 5 estrelas!

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E foi após o reforço que começou o verdadeiro banho de água, o trilho tornou-se basicamente num rio que subíamos, a chuva era de uma intensidade que mal se via a 50 metros de distância, ainda por cima constante, já nem me chateava, melhor nunca me chateie, mas estava a ser meio radical este Raid. A separação para o passeio fazia-se ao quilómetro 18, a chegar à aldeia, parvo como sou fui para os 50!!!! Já que era para banhos que fosse em grande.

Foi pouco após a separação que fiquei sem suspensão, deixou de trabalhar, prendeu completamente, neste terreno e com as condições que estavam decidi desistir e regressar pelo caminho mais “soft” a Vila Cã, fiquei com apenas 2 cm de curso nela e estava a fazer um barulho meio esquisito ao bater, era como se batesse em ferro no fim desses 2 cm! Vamos ver…

Se gostei? A malta desta organização é 5 estrelas, é impossível dizer que não. Se voltava? Assim que tenha suspensão 🙂

Strava:

Volta Refrescante

O aviso amarelo no distrito de Leiria para Segunda-feira prometia um dia chuvoso, ventoso e tudo o mais, no entanto, e porque tinha uma folga para hoje decidi fazer-me à bike e arriscar numa volta. Tinha acabado de sair de casa uns 20 metros e surge o primeiro problema! O meu pedal esquerdo estava completamente desapertado e a cair, estes já à muito que andavam a ameaçar e ontem deram o último berro, a solução rápida foi a substituição destes por outros que uso na bike de estrada, problema resolvido, lá fui tranquilo em direcção a Albergaria dos Doze pela estrada de Entre-Vinhas…

Não pegava numa bike há cerca de semana e meia queria experimentar o corpo mas sem grandes aventuras, decidi fazer um pouco dos “estradões” de terra de Albergaria dos Doze em direcção à Pipa, já aqui continuei por terra em direcção aos Ramalhais, nesta fase apanhei alguma chuva, daquela que molha pouco mas aborrece. Esta ligação acabou por ser “porreirinha” dado que andei um pouco em modo aventura na descoberta de novos trilhos/caminhos 🙂 acabando por passar nalguns sítios pela primeira vez, nesta zona e perto de casa começa a ser difícil isto acontecer…

Fui terminar a volta descendo ao Cabaz Florido, para quem não conhece fica à meia encosta oposta da estrada do Vale, aqui a pedra abunda e estava molhada o que me levou a fazer aquilo nas calmas para não haver trambolhões, a pedra da Sicó com chuva escorrega que se farta!

Acabei a volta com cerca de 50 quilómetros, ver se lhe consigo pegar de novo esta semana nem que seja por uma hora, no fim-de-semana vem o Raid Vilaventura onde irei participar e sinto que preciso de mais um “treininho” para a coisa.

Fotos:

Strava:

Sempre bom regressar ao Vale do Poio, Redinha

Já fazia tempo que tinha em mente um regresso ao Vale do Poio, hoje foi o dia. Já fui a muito sítio, mas aqui consigo arranjar uma certa paz e calma que aqui à volta não se encontra facilmente, só mesmo aqui! Para quem nunca visitou aconselho, não é obrigatório ir de bicicleta ou a pé, tem bom acesso de carro pela aldeia do Poio, depois e aí sim aconselho uma caminhada pelo canhão do Poio. Vale muito a pena, muito mesmo.

Para terem uma ideia na encosta oposta onde me encontrava ao chegar andavam a fazer escalada, o silêncio é tanto que facilmente ouvia as pessoas a falar do outro lado, foi mais difícil situá-los pelo olhar do que pela audição, incrível.

Fiz um pequeno vídeo que dá para perceber um pouco do que aquilo representa, pelo menos, acho eu! Mas o melhor é visitar…

Fotos:

Vídeo Youtube:

Strava:

Volta Tranquila pelo Sicó

Acordar bem cedinho e pedalar! Hoje não estava previsto, custou a sair de casa, mas depois, impecável! Foi uma voltinha tranquila, sempre nas calmas por terras de Sicó, na margem sul, passagem pela Aldeia do Vale, Urqueira, Ramalhais, Abiúl e casa.

Esteve uma neblina matinal fantástica, boa temperatura e umas uvas pelo caminho que sabiam a mel. Muito bom!

Fiquem-se com as fotos!

Strava:

Passeio Matinal pela Serra do Sicó

Fiquem-se com as fotos de um pequeno passeio hoje pela serra do Sicó. Estava uma neblina matinal muito bela proporcionado bons momentos e paisagens! Apesar de curto foi um passeio que soube bem!

Fotos:

Strava:

GPS BTT

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Passeio a Foz de Alge, Dornes e Ferreira do ZÊzere

O dia hoje começou bem cedo, tinha para hoje reservado fazer um percurso até ao Rio Zêzere, circular um pouco nas margens e regressar, o percurso criei em GPS já faz muito tempo, estava na altura de ir ver o que dava.

As primeiras pedaladas foram em direção a Ansião, até aqui tudo tranquilo, conhecia o percurso, acabei por fazer o habitual. A partir de Ansião começavam as novidades, segui em direção a Chão de Couce, parecia uma aldeia deserta, não sei se pela ainda hora se será assim todo o ano, já não vinha aqui desde os meus tempos de jogador de bola 🙂 , soube bem rever esta aldeia, bonita por sinal.

Os problemas surgiam após esta passagem, subidas atrás de subidas e rio Zêzere nem vê-lo, mas como existe sempre um final para tudo, foi na última subida (a mais dura) que o GPS acusava água 🙂 , estava perto. A descida foi feita em flecha, e eis que me deparo com uma imensidão de água bem lá no fundo de cor verdadeiramente verde claro, para primeira visão nada mal, muito bonito o enquadramento. Acabara de chegar a Foz de Alge!

Foi a partir daqui o grande momento do dia, percorri a GR33 junto do rio, uns metros acima, que me proporcionavam imagens espetaculares, estava verdadeiramente feliz nesta fase do trajeto, já tinha percorrido nesta fase cerca de 70 Klm’s. O passeio ribeirinho levaria-me a Dornes, outra bela localidade com uma enorme bacia de água, notei que aqui se pratica imensos desportos náuticos, deve ser um mimo brutal fazer aquele rio de barco.

Dornes ficou para trás, com ela ficou o rio, os sentido da bússola mudava para Sudoeste, era tempo de chegar a Ferreira do Zêzere, fazer caminho de casa, nesta fase ainda pelo GR33 (Rota a ter em conta). O caminho de volta revelou-se logo de início, previa que iria ser durinho, fui confirmando, não foi canja chegar a Ferreira do Zêzere, ficaram para trás alguns montes, água começava a faltar, fontes nem vê-las, nem cafés, mercearias, nada. Foi com enorme alivio que cheguei a Ferreira do Zêzere, senti aqui a primeira brisa de casa 🙂 , fiz uma invasão rápida ao Dia (supermercado) onde reforcei com 3 litros de água, estava a zeros, café, bolo e siga.

A partir daqui o caminho apontou ao Agroal, ou perto, estive mesmo lá perto, faltava Caxarias, Espite e Memória, desconhecia era a Urqueira, após Caxarias e foi a partir desta localidade que tudo se complicou. Às tantas dei por mim num estradão que era um verdadeiro areal, pedalar, sem hipótese, solução? À pata, mas muito, mesmo muito, como se não chegasse enganei-me no trajeto, sim é possível enganos mesmo com GPS, voltar para trás estava fora de questão, já via areia por todo o lado. Picada aqui, picada ali, a apontar de novo a olho ao trajeto lá acabei por voltar a colocar-me no track. Estava perto de Espite já, quase quase em casa.

A subida para a Memória que já não fazia à anos foi feita nas calmas, esqueçam, mesmo fresquinho faria nas calmas, é dura “pa caraças”, estava finalmente na Memória, agora era praticamente sempre a rolar até casa, ou a descer.

Cheguei a casa por volta das 17:00, alma cheia, foi um bom dia de bike….

A próxima aventura? Está no forno, a ganhar cor…. 😉

Fotos:

Strava:

Avalanche Lousã 2015

avalanche lousã 2015A corrida mais louca do mundo está aí à porta! Sabe tudo em: http://www.avalanchelicorbeirao.pt

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