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Pelo quintal, na Serra Sicó

Tirei tarde para umas fotos, nada melhor que aqui bem pertinho, na Serra do Sicó. Segui pelo GR26 desde Pombal, com passagem pela Aldeia do Vale, depois a ideia era subir às antenas. Continuei após esta aldeia pela rota e abandonei na subida às antenas. Optei pelo famoso “Trilho do Mota”, à meia encosta, e subi pela “Testa”.

Depois das antenas, prossegui pelo GR26, andam mesmo a partir pedra no trilho a descer, diz que foi o “Advogado”, está a fazer um bom trabalho 🙂

Fotos:

Strava:

Visita ao Fajão, desde a Lousã

No Sábado o dia começou bem cedo, saltei da cama por volta das 5:20, equipei, pequeno-almoço tomado e segui de carro para a Lousã. Tinha na ideia fazer um track gps criado por mim, no conforto do meu computador e seguir até ao Fajão, voltando de novo à Lousã! Na “ficha técnica” do track tinha cerca de 120Klm’s pela frente com um acumulado a rondar os 4300m+, precisava de começar cedinho!

Às 7:30 estava a sair da Lousã já de bike, em direção a Góis pela Nacional, os primeiros 20Klm’s foram todos feitos em alcatrão, depois de Góis e após um longa subida comecei a entrar na serra e aí sim estava a abandonar o alcatrão para praticamente todo o dia.

O percurso até ao Fajão mostrava-se difícil, com muita subida, eram constantes, as descidas nem davam para descansar, passavam como o vento, mal dava por mim já estava de novo a subir, mentalizei-me que seria algo para o dia inteiro, o objectivo era chegar de dia à Lousã 🙂

Até ao Fajão foi uma constante de saltos entre montes e montes, quando chegava a um topo olhando em redor assustava-me, não tinha por onde fugir, mas o objectivo foi sendo cumprido nas calmas, sempre nas calmas.

Ao fim de +/- 60 Klm’s cheguei ao tão aguardado Fajão, aldeia de Xisto “perdida” a Noroeste de Pampilhosa da Serra, foi tempo para um café, Sumol e reabastecer de água, tinha nesta altura sinais claros de cansaço e só me alentava a falsa esperança que o regresso fosse bastante mais acessível.

Logo à saida desta bela aldeia fui presenteado com uma “parede de escalada”, era o aviso que ignorei para o que me esperava nessa tarde, a falsa descida logo após em alcatrão enganava-me traiçoeiramente, foram 4 Klm’s que seriam um balão de oxigênio, para o que vinha para a frente.

O resto da tarde foi passado a cruzar montes e mais montes pelo meio daquelas serras, apanhei de tudo, por uma vez o track enviou-me por um caminho antigo, bastante fechado, foi um suplicio passar aqueles 600 metros de silvas e mato, mas passei, e vieram mais, mas agora numa subida a pique que me levou ao desespero, não estava fácil, o plano de chegar à Lousã às 19 horas estava a ir por água a baixo, já só queria chegar com alguma luz de dia.

Vários montes cruzados, caibras, beber água choca, era o que se arranjava, os sais ajudavam um pouco ao sabor….

Algumas horas depois, talvez pelas 16 horas avistei lá bem ao longe o que me pareceu ser o Trevim, a esperança aparecia de novo, o problema era atravessar a imensidão de serra ainda pelo meio, mas fui indo e indo e indo, até que cheguei aos Penedos de Góis, e já só me faltava chegar a S.António das Neves, porque ali seria como estar em casa, o resto era descer para a Lousã….

Subi a S.António das Neves pelo lado dos Penedos de Góis, a subida tem cerca de 27% de inclinação e é extensa como tudo, mas sabia que era a última e já não havia nada nem ninguém que me metesse abaixo nesta fase, nunca me soube tão bem pisar o alcatrão do aeródromo, apesar de estar a uns 16Klm’s da Lousã, dali era sempre, sempre a descer, bom, tinha um topo no meio, que equivalia a um amendoim comparado com o que apanhei o dia inteiro….

A chegada à Lousã foi pelas 19:00, hora que previa chegar….foi uma jornada em grande, grande mesmo!

Pequeno Vídeo:

Fotos:

Strava:

Vale do Poio, Redinha – “O Vale Encantado”

Magnífica tarde de BTT hoje!

Meti na cabeça que o destino seria o Vale do Poio na Redinha. Saí de casa logo após o almoço, pelas 13:00 horas. Pus-me a caminho de Pombal junto à linha de comboio, de seguida a Pombal apanhei a estrada principal de alcatrão em direcção a Pousadas Vedras, já aqui em Pousadas Vedras começou o divertimento, fiz direcção pela serra e trilhos ao “Poio Velho”, e foi no fim do último trilho, no vale, que apanhei um trilho novo (pelo menos para mim), este fez parte do Trail de Pombal do último Domingo. Era uma verdadeira parede assim à primeira vista, fiz-me a ele a pé e passados poucos metros começaram a surgir desde logo mais opções (bifurcações), anda pessoal a abrir um trilho enorme desde o vale até à Cabeça da Corte (GR26), evita-se desta forma o “estradão” antigo até lá acima! Tive de o fazer a pé, aquilo é uma parede e muito técnico, mas para descer é um mimo! Muito bom. 🙂

Já na Cabeça da Corte fiz direcção ao que me propus, ir ao Vale do Poio (Novo), já fazia uns bons meses que não dava um salto lá, é mesmo um lugar espectacular, para mais aqui tão perto. Um lanche rápido, paisagem contemplada, ambiente calmo como é característico e fiz o regresso a casa!

Foram apenas 50Klm’s mas que valeram a pena, curioso que em Anços, já de regresso, vi a média, ia com 13,8Km/h! Fartei-me de andar a pé no Poio Velho, mas valeu bem a pena! 😉

Fotos:

Strava:

A Fuga

btt

No próximo dia 2 de Maio realiza-se em Vermoil A 7ª Edição do Desafio BTTralhos, este ano denominado “As Conquistas de D.Quixote”. Este Sábado foi dia dos últimos preparativos tendo a tarde sido reservada para marcar em GPS a fuga, do Rabaçal até Vermoil. Como sempre juntámo-nos em casa do “Zé Peixeiro”, apareceram 12 BTTralhos para o serviço!

O início como de costume foi a rolar até Pombal, junto à linha do comboio, em Pombal havia ainda mais pessoal para se juntar ao grupo, e foi logo em Pombal que tivemos a primeira ameaça de chuva, após 2 minutos resguardados esta lá abrandou e seguimos caminho, direcção Serra do Sicó.

A ideia era seguir até ao Rabaçal pelo caminho mais rápido, depois para cá iriamos fazer na íntegra o percurso que fará parte da fuga no Desafio, para isso seguimos por alcatrão até Pousadas Vedras, o grupo aqui ia num ritmo elevado e estava a custar-me imenso acompanhar, basicamente fui sempre a fazer de vassoura de mim prório até Pousadas Vedras, mas o maior problema ainda estava para vir, já em Pousadas Vedras dizeram-me que seria para subir em direcção ao Sabugueiro, subida essa que já não fazia à anos, é durinha como tudo. Nesta e logo nos primeiros metros vi o pessoal fugir, tendo eu ficado completamente pregado às pernas logo no início, estava em dia não, mas com calma e sem me chatear muito lá fui seguindo ao meu ritmo, o possível. Após o drama da subida e já no topo hidratei um pouco e conhecendo o caminho bem até ao Rabaçal desde ali, subi bastante a moral, tendo a partir daqui conseguido acompanhar o ritmo do grupo, nesta fase já tinha baixado e lá fui acompanhando com maior ou menor dificuldade. Daqui (após o Sabugueiro) seguimos em direcção às Malhadas, zona das quatro lagos e Chanca, nesta fase era tudo bastante mais rolante com o topo aqui e ali mas nada de grave.

A chegada ao Rabaçal foi feita pela Chanca, pelo lado do parapente, a descida estava impossível para mim, pedra muito molhada, eu sem pneu à frente, fiz basicamente tudo a pé, dada a ameaça logo inicial de queda, não quis arriscar, fui a penantes!

Já no Rabaçal e após um reforço rápido num café, era altura de nos fazer-mos ao que fomos, marcar a fuga do Desafio desde ali. O caminho em si é o mais fácil possível de se fazer, não me vou alongar muito acerca deste, quem quiser que venha ver 🙂 .

Do regresso fica apenas o registo e nesta fase sim, uma grande, enorme, chuvada, já nem me chateava com as poças de água, era por onde calhasse, era chuva, chuva e mais chuva. Foi assim praticamente sempre até ao Sabugueiro.

O que posso dizer mais? Dia 2 de Maio apareçam por Vermoil para passarem aquele que será certamente um grande dia de BTT, o pessoal do BTTralhos está super motivado com esta edição, valerá mesmo a pena.

Sabe tudo em: http://bttralhos.blogspot.com

Até Sábado!

Lousanaika

Bem, à dois anos atrás não pensava de todo voltar à Lousã, pelo menos indo de bike, de Vermoil até lá e voltar! No entanto ontem enchi-me de coragem e decidi ir, era para ter ido no Sábado com amigos, não deu, fui ontem, sozinho. Tinha pela frente cerca de 130Klm’s para fazer, grande parte em Btt.

Gps na bike, uma bifana, água, 4€ e lá fui eu, arranquei por volta das 8:30 da manhã, sem medos, tinha o dia inteiro por minha conta. Os primeiros quilómetros foram feitos em alcatrão, até aos Ramalhais, a partir daqui comecei a apanhar uns estradões de terra batida até à Vila de Santiago da Guarda, das últimas vezes que tinha ido à Lousã nunca tinha ido por aqui, fazia sempre muito mais alcatrão até ao Espinhal, daí comecei a ficar um pouco assustado de estar a “perder” algum tempo logo ao início.

Lá consegui deixar S. Tiago da Guarda para trás e nesta fase fiz um bom bocado de alcatrão até ao Espinhal, sempre a rolar ou a descer, o Espinhal dá o início das grandes subidas até à Lousã. Chegado ao Espinhal já com perto, ou mesmo duas horas feitas parei para um bolo e um cafézinho, precisava de parar para me mentalizar da dureza que iria surgir agora. Gastei os últimos minutos no Espinhal para umas fotos. Sem perder muito mais tempo arranquei e ao fim de 200 metros já estava a entrar nas subidas que me iriam acompanhar até às piscinas da Louçainha, é efectivamente uns bons quilómetros a subir, por vezes bastante inclinados, mas nem tudo é mau aqui, a vista para o vale da Pedra da Ferida acaba por compensar todo o esforço, para mim não são subidas para fazer a correr, são para se ir moendo nas calmas e apreciar as vistas. Passado um bom tempo lá cheguei às piscinas da Louçainha, foi uma sensação de alívio e de dever cumprido, a parte mais dura do percurso ou o pior estava quase a acabar, faltava-me só o estradão que me levaria até ao alto da Catraia na Lousã, nos 900 metros de altitude.

Sem demoras fiz-me na direcção do alto da Catraia, por um estradão no meio da serra onde por vezes se tem a oportunidade de ver veados em liberdade, foi rara a vez que ali passei que não os tenha avistado, à sempre uma excepção e ontem acabei por fazer esse troço todo sem vestígios deles! Foto aqui, foto ali, 13 horas estava no alto da Catraia, já com uma bifana que levei no estômago. O track gps que me deram fazia a descida até à Lousã pelas pistas de DH! Ponderei descer por estrada até à Lousã mas acabei por ir fazer as pistas. Ainda bem que assim foi pois ainda curti à brava por aquela serra abaixo! E o melhor é que nunca caí apesar de várias ameaças!

13:30 Lousã, Vila! Café, reabastecer água e siga fazer caminho de casa. Saí da Lousã pelo caminho de ferro até Miranda do Corvo, foi a primeira vez que fiz por aí, tira uns bons quilómetros à volta tal como eu a conhecia e ganhamos algum tempo.

Após Miranda do Corvo faz-se caminho por um vale até Penela, com pouco a contar, sempre rolante, em alcatrão. Com o cansaço cheguei a Penela sem me aperceber, de repente levantei a cabeça e avistei o castelo lá no alto. Numa volta deste género e apesar de em Penela estar ainda a dezenas de quilómetros de casa é como que já tivesses chegado a casa…incrível, boa sensação!

Em Penela fazes uns topos que apesar de curtos já doem, derivado do elevado número de quilómetros que trazes nas pernas. O objectivo é chegar o mais rápido possível à fábrica dos congelados de Penela, a partir daqui tens uma longa descida até ao Rabaçal, feita por caminhos florestais. No Rabaçal aí sim, já te sentes mesmo em casa, foi hora coca-cola, e fazer caminho até Pombal. Subida aqui, descida ali, mais dor menos dor, cheguei ao cimo do Sabugueiro, com aquela vista fabulosa sobre toda a Sicó a Sul, e o vale de Pousadas Vedras em baixo, as subidas até casa tinham acabado aqui, era agora tempo de rolar sempre nas calmas até casa. Neste intervalo ainda consegui que me vendessem um café por 0.35€ (não tinha mais dinheiro), tiveram pena de mim quando me viram de certeza!

Cheguei a casa às 17:30, com mais um grande dia de btt nas pernas e mente. Venha a próxima!

Fotos:

Strava:

BTT na Sicó, com amigos!

Hoje o dia começou mais cedo do que o habitual para um Domingo, pelo menos para mim. Não costunmo andar ao Domingo de manhã, mas hoje ouve excepção.

Por volta das 9 horas já me encontrava no ponto de encontro com mais dois companheiros para dar a nossa voltinha de BTT, pela Serra da Sicó.

Foi dia de corrr uma série de single-tracks, Sicó fora, até chegar à Aldeia do Vale. Foi mesmo uma “barrigada” de singles, como só a Sicó tem à disposição, são uns atrás dos outros, muita pedra, piso escorregadio, do melhor! Foi uma manhã 5 estrelas, muito divertida, tudo nas calmas, a aproveitar o melhor que o BTT nos pode trazer. Prazer!

Novo single e moinhos da Murzeleira

Este Sábado como habitual juntei-me aos BTtralhos para mais uma tarde de BTT. Desta vez iriamos andar à volta de Vermoil e fazer parte do percurso do último raid BTtralhos de Outubro. Juntaram-se 15 elementos, cada vez aparece mais gente para andar e cada vez mais o grupo se vai tornando maior!

Além da visita aos moinhos na Murzeleira o grande objectivo seria experimentar e inaugurar um single-track que dois amigos andam a abrir na Freguesia de S.Tiago de Litém. Após algumas fotos nos moinhos seguimos para o tal single novo de “N” quilómetros, pelo meio ainda deu para me mandar ao chão lol!

Valeu bem a pena as subidas até ao início do novo single, é claramente o single mais comprido por meio de pinhais na nossa zona, praticamente sempre a descer salvo alguns cumes pequenos aqui e ali. Certamente irá fazer parte do Raid de 2015 em Outubro pelos BTtralhos!

Mais uma bela tarde de Sábado!

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Visita ao Rio Nabão

Este fim-de-semana como habitual, no Sábado, juntei-me à tarde com o pessoal do BTTralhos. Desta vez e na hora decidiu-se ir por btt até à nascente do Rio Tordo, em Alvaiázere. A ida para lá foi feita em sentido contrário ao habitual, fomos primeiro direitos a Pombal.

Os primeiros Klm’s foram feitos muito em alcatrão, com pouco btt. A certa altura e meio perdidos, foi altura de fazer caminhos às “escuras” na zona de Alvaiázere, conclusão fomos ter de frente ao Rio Nabão. A partir daqui fizémos rio abaixo pela margem, em direcção a casa. Esperava fazer caminho de casa em direcção a Santa Catarina, mas decidiram ir direitos a Abiúl, assim, foi um regresso a meu ver um pouco mais duro com um sobe e desce constante, mas fez-se!

Normalmente as voltas de Sábado à tarde são programadas em relacção ao percurso a fazer,sendo que muitas vezes acabamos por passar e fazer caminhos já muito batidos por nós mesmos, situação que não me agrada muito. Desta vez e sem querer andámos um pouco à descoberta de novos percursos, assim sendo actualizou-se o “chip” com novas imagens 😉

No total fizémos cerca de 64 Klm’s, sim, continuo empenado!

Por Serra de Sicó

O fim-de-semana não era o ideal para ir pedalar, muita festa de anos no Sábado, logo, em vez de bikes, festas! Também faz parte…

Hoje, Domingo, tinha programado levantar-me cedo e ir pedalar aqui pela zona, no entanto não estava capaz de me levantar, estava um frio enorme e a preguiça também não ajudou, fiquei assim de manhã mais tempo na cama. À tarde e depois de almoço já não havia mais desculpas, assim peguei na Look e fui até à Serra de Sicó aqui bem pertinho, não há muito a contar da volta, como tal deixo-vos as poucas fotos que fiz.

Foram 40Klm’s +/- nas calmas e sem stress só para o aliviar 🙂

Investida por Figueiró dos Vinhos

Este Sábado foi dia de ir tirar algumas calorias da festa de Natal! Tinha preparado um track em Figueiró-dos Vinhos que retirei às escuras do GPSies.com, o percurso tinha cerca de 70Klm’s e passaria pelos concelhos de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra e Lousã, parecia ser um bom pretexto (track) para sair de casa.

No Sábado, levantei-me bem cedo e rumei a Figueiró dos Vinhos de carro, juntamente com a bike no porta-bagagens.

Comecei a rolar por volta das 9 da manhã, sendo o início do percurso por caminhos florestais de Figueiró onde abunda o eucalipto, não sendo este o meu tipo de percurso e espaço de eleição. As vistas não tardaram a mudar aquando da entrada no concelho da Lousã, ai sim, tudo bastante mais amplo e bonito visualmente, manteve-se assim até voltar de novo a entrar em Figueiró, já de regresso. Já conhecia uma boa parte do percurso, as novidades para mim estavam mais no troço entre Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

Dando nota a esta volta de 0 a 5 darei um 3+, foi fixe, mas um pouco a saber a pouco, esperava algo mais bonito em termos visuais, foi mesmo muito tempo entre eucaliptais.

Entretanto já estou a preparar um novo percurso agora em Arganil, com ligação à aldeia histórica do Piodão que ainda não tive oportunidade de conhecer.

Termino desejando um Feliz Ano Novo a todos e que 2015 vos traga muita felicidade, pedaladas e motivação interior para ultrapassar eventuais obstáculos!

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