Tag: lousã (Page 1 of 2)

Subida em BTT ao S. Antonio da Neve

Deixo-vos aqui um evento para dia 8 de Dezembro, promovido pela NatureLousã, apesar de não poder ir aconselho a vossa presença, de certo será um dia bem passado junto de malta “porreira”.

Sabe mais em: https://www.facebook.com/events/1407394119291613/

lousã btt

Penedos de Góis, ou Povorais

Nos livros chamam-lhes os Penedos de Góis, para mim e alguns, são os Penedos de Povorais! A Lousã não é grande, é gigante, de bom! É como se fosse sempre a primeira vez…

Fotos:

Vídeo:

Fotos Avalanche Lousã 2015

À descoberta do Coentral

O dia ontem (sábado) começou bem cedo, às 7:00 da manhã estava já em cima da bike rumo à aldeia do Coentral, em Castanheira de Pêra. Tinha desenhado o track em casa, através do Google Maps e incluía passagem por Ansião, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra, Lousã, Miranda do Corvo, Penela, Rabaçal e casa, estava previsto uma barrigada de bike.

Até Ansião fiz bastante alcatrão pelo caminho comum quando para lá vou de bike, as surpresas estavam guardadas para depois, e foi a partir de Ansião, ainda por alcatrão que entrei rumo ao desconhecido. Ao aproximar-me de Figueiró começaram a aparecer os primeiros troços de terra batida, juntamente com os “problemas”, aquela que até ali se mostrava uma volta rolante tornou-se a partir daqui mais dura, foi sempre no “mato” até esta vila (Figueiró).

Chegado a Figueiró pensava como seria o troço até Castanheira, estava a prever o pior mas enganei-me, foi sempre a rolar por alcatrão pela nacional 236-1 (julgo), foi um salto até Castanheira de Pêra, cheguei por volta das 11:00 da manhã a esta localidade, aproveitei para comer aquela que terá sido por ventura a pior bifana alguma vez feita em Portugal, mas pronto, acabou por saber bem, sabia que a partir dali até à Lousã seria difícil encontrar sítio para comer ou comprar água.

Foi após Poço de Corga em Castanheira que surgiu a primeira grande subida, 7Klm’s sempre a trepar até ao parque eólico de S.António das Neves, as horas passavam e a visita ao Coentral começava a ficar comprometida, estava a ficar muito tarde, e optei por não descer para a aldeia, fiz o contorno da Serra em direcção ao Trevim, ou lá perto, nesta fase ainda deu para banhos e enganos no trajecto, obrigando-me a uma subida imprevista a pé por um corta fogo, tinha sido escusado mas na altura foi a opção que tomei. 🙂

Já no alto da Catraia, na Lousã desci para a vila por Alcatrão, passando pelo Candal, estava sem água e já com pouco dinheiro, era a alternativa a não passar sede 🙂

Meti os pés na Lousã às 14:55, já com cerca de 96Klm’s feitos, faltava o regresso a casa. Este foi feito a uma ritmo médio pelo caminho que costumo utilizar, quase na sua totalidade por alcatrão, o track ainda me tentou desviar mas não havia condições, estava cada vez mais “morto”. Pelo caminho parei em quase todos os apeadeiros para sumos e águas, bebi mais de 5 litros de líquidos nesse dia, de certeza 🙂

A chegada a casa fez-se pelas 18:30, com 166,5Klm’s nas pernas, a previsão era de 138, também não foi muito mais.

Uma dia que era para ser normal, que se tornou “Epic”.

Fotos:

Strava:

Visita ao Fajão, desde a Lousã

No Sábado o dia começou bem cedo, saltei da cama por volta das 5:20, equipei, pequeno-almoço tomado e segui de carro para a Lousã. Tinha na ideia fazer um track gps criado por mim, no conforto do meu computador e seguir até ao Fajão, voltando de novo à Lousã! Na “ficha técnica” do track tinha cerca de 120Klm’s pela frente com um acumulado a rondar os 4300m+, precisava de começar cedinho!

Às 7:30 estava a sair da Lousã já de bike, em direção a Góis pela Nacional, os primeiros 20Klm’s foram todos feitos em alcatrão, depois de Góis e após um longa subida comecei a entrar na serra e aí sim estava a abandonar o alcatrão para praticamente todo o dia.

O percurso até ao Fajão mostrava-se difícil, com muita subida, eram constantes, as descidas nem davam para descansar, passavam como o vento, mal dava por mim já estava de novo a subir, mentalizei-me que seria algo para o dia inteiro, o objectivo era chegar de dia à Lousã 🙂

Até ao Fajão foi uma constante de saltos entre montes e montes, quando chegava a um topo olhando em redor assustava-me, não tinha por onde fugir, mas o objectivo foi sendo cumprido nas calmas, sempre nas calmas.

Ao fim de +/- 60 Klm’s cheguei ao tão aguardado Fajão, aldeia de Xisto “perdida” a Noroeste de Pampilhosa da Serra, foi tempo para um café, Sumol e reabastecer de água, tinha nesta altura sinais claros de cansaço e só me alentava a falsa esperança que o regresso fosse bastante mais acessível.

Logo à saida desta bela aldeia fui presenteado com uma “parede de escalada”, era o aviso que ignorei para o que me esperava nessa tarde, a falsa descida logo após em alcatrão enganava-me traiçoeiramente, foram 4 Klm’s que seriam um balão de oxigênio, para o que vinha para a frente.

O resto da tarde foi passado a cruzar montes e mais montes pelo meio daquelas serras, apanhei de tudo, por uma vez o track enviou-me por um caminho antigo, bastante fechado, foi um suplicio passar aqueles 600 metros de silvas e mato, mas passei, e vieram mais, mas agora numa subida a pique que me levou ao desespero, não estava fácil, o plano de chegar à Lousã às 19 horas estava a ir por água a baixo, já só queria chegar com alguma luz de dia.

Vários montes cruzados, caibras, beber água choca, era o que se arranjava, os sais ajudavam um pouco ao sabor….

Algumas horas depois, talvez pelas 16 horas avistei lá bem ao longe o que me pareceu ser o Trevim, a esperança aparecia de novo, o problema era atravessar a imensidão de serra ainda pelo meio, mas fui indo e indo e indo, até que cheguei aos Penedos de Góis, e já só me faltava chegar a S.António das Neves, porque ali seria como estar em casa, o resto era descer para a Lousã….

Subi a S.António das Neves pelo lado dos Penedos de Góis, a subida tem cerca de 27% de inclinação e é extensa como tudo, mas sabia que era a última e já não havia nada nem ninguém que me metesse abaixo nesta fase, nunca me soube tão bem pisar o alcatrão do aeródromo, apesar de estar a uns 16Klm’s da Lousã, dali era sempre, sempre a descer, bom, tinha um topo no meio, que equivalia a um amendoim comparado com o que apanhei o dia inteiro….

A chegada à Lousã foi pelas 19:00, hora que previa chegar….foi uma jornada em grande, grande mesmo!

Pequeno Vídeo:

Fotos:

Strava:

Lousanaika

Bem, à dois anos atrás não pensava de todo voltar à Lousã, pelo menos indo de bike, de Vermoil até lá e voltar! No entanto ontem enchi-me de coragem e decidi ir, era para ter ido no Sábado com amigos, não deu, fui ontem, sozinho. Tinha pela frente cerca de 130Klm’s para fazer, grande parte em Btt.

Gps na bike, uma bifana, água, 4€ e lá fui eu, arranquei por volta das 8:30 da manhã, sem medos, tinha o dia inteiro por minha conta. Os primeiros quilómetros foram feitos em alcatrão, até aos Ramalhais, a partir daqui comecei a apanhar uns estradões de terra batida até à Vila de Santiago da Guarda, das últimas vezes que tinha ido à Lousã nunca tinha ido por aqui, fazia sempre muito mais alcatrão até ao Espinhal, daí comecei a ficar um pouco assustado de estar a “perder” algum tempo logo ao início.

Lá consegui deixar S. Tiago da Guarda para trás e nesta fase fiz um bom bocado de alcatrão até ao Espinhal, sempre a rolar ou a descer, o Espinhal dá o início das grandes subidas até à Lousã. Chegado ao Espinhal já com perto, ou mesmo duas horas feitas parei para um bolo e um cafézinho, precisava de parar para me mentalizar da dureza que iria surgir agora. Gastei os últimos minutos no Espinhal para umas fotos. Sem perder muito mais tempo arranquei e ao fim de 200 metros já estava a entrar nas subidas que me iriam acompanhar até às piscinas da Louçainha, é efectivamente uns bons quilómetros a subir, por vezes bastante inclinados, mas nem tudo é mau aqui, a vista para o vale da Pedra da Ferida acaba por compensar todo o esforço, para mim não são subidas para fazer a correr, são para se ir moendo nas calmas e apreciar as vistas. Passado um bom tempo lá cheguei às piscinas da Louçainha, foi uma sensação de alívio e de dever cumprido, a parte mais dura do percurso ou o pior estava quase a acabar, faltava-me só o estradão que me levaria até ao alto da Catraia na Lousã, nos 900 metros de altitude.

Sem demoras fiz-me na direcção do alto da Catraia, por um estradão no meio da serra onde por vezes se tem a oportunidade de ver veados em liberdade, foi rara a vez que ali passei que não os tenha avistado, à sempre uma excepção e ontem acabei por fazer esse troço todo sem vestígios deles! Foto aqui, foto ali, 13 horas estava no alto da Catraia, já com uma bifana que levei no estômago. O track gps que me deram fazia a descida até à Lousã pelas pistas de DH! Ponderei descer por estrada até à Lousã mas acabei por ir fazer as pistas. Ainda bem que assim foi pois ainda curti à brava por aquela serra abaixo! E o melhor é que nunca caí apesar de várias ameaças!

13:30 Lousã, Vila! Café, reabastecer água e siga fazer caminho de casa. Saí da Lousã pelo caminho de ferro até Miranda do Corvo, foi a primeira vez que fiz por aí, tira uns bons quilómetros à volta tal como eu a conhecia e ganhamos algum tempo.

Após Miranda do Corvo faz-se caminho por um vale até Penela, com pouco a contar, sempre rolante, em alcatrão. Com o cansaço cheguei a Penela sem me aperceber, de repente levantei a cabeça e avistei o castelo lá no alto. Numa volta deste género e apesar de em Penela estar ainda a dezenas de quilómetros de casa é como que já tivesses chegado a casa…incrível, boa sensação!

Em Penela fazes uns topos que apesar de curtos já doem, derivado do elevado número de quilómetros que trazes nas pernas. O objectivo é chegar o mais rápido possível à fábrica dos congelados de Penela, a partir daqui tens uma longa descida até ao Rabaçal, feita por caminhos florestais. No Rabaçal aí sim, já te sentes mesmo em casa, foi hora coca-cola, e fazer caminho até Pombal. Subida aqui, descida ali, mais dor menos dor, cheguei ao cimo do Sabugueiro, com aquela vista fabulosa sobre toda a Sicó a Sul, e o vale de Pousadas Vedras em baixo, as subidas até casa tinham acabado aqui, era agora tempo de rolar sempre nas calmas até casa. Neste intervalo ainda consegui que me vendessem um café por 0.35€ (não tinha mais dinheiro), tiveram pena de mim quando me viram de certeza!

Cheguei a casa às 17:30, com mais um grande dia de btt nas pernas e mente. Venha a próxima!

Fotos:

Strava:

Investida por Figueiró dos Vinhos

Este Sábado foi dia de ir tirar algumas calorias da festa de Natal! Tinha preparado um track em Figueiró-dos Vinhos que retirei às escuras do GPSies.com, o percurso tinha cerca de 70Klm’s e passaria pelos concelhos de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra e Lousã, parecia ser um bom pretexto (track) para sair de casa.

No Sábado, levantei-me bem cedo e rumei a Figueiró dos Vinhos de carro, juntamente com a bike no porta-bagagens.

Comecei a rolar por volta das 9 da manhã, sendo o início do percurso por caminhos florestais de Figueiró onde abunda o eucalipto, não sendo este o meu tipo de percurso e espaço de eleição. As vistas não tardaram a mudar aquando da entrada no concelho da Lousã, ai sim, tudo bastante mais amplo e bonito visualmente, manteve-se assim até voltar de novo a entrar em Figueiró, já de regresso. Já conhecia uma boa parte do percurso, as novidades para mim estavam mais no troço entre Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

Dando nota a esta volta de 0 a 5 darei um 3+, foi fixe, mas um pouco a saber a pouco, esperava algo mais bonito em termos visuais, foi mesmo muito tempo entre eucaliptais.

Entretanto já estou a preparar um novo percurso agora em Arganil, com ligação à aldeia histórica do Piodão que ainda não tive oportunidade de conhecer.

Termino desejando um Feliz Ano Novo a todos e que 2015 vos traga muita felicidade, pedaladas e motivação interior para ultrapassar eventuais obstáculos!

Cereja em cima do bolo

Nada o faria prever mas este fim-de-semana foi cheio de pedal, mesmo…. O sábado foi passado no sitio do costume, com os suspeitos do costume os BTTralhos. Novamente e durante a tarde fizémos o nosso BTT, a ideia era visitar o rio Nabão (mais uma vez) e a missão foi cumprida, foram cerca de 52Klm’s do melhor.

Como não fiquei satisfeito de Sábado, no Domingo fui fazer um passeio organizado pelo N.A.D.A, de Albergaria dos Doze, fui de casa de bike até Albergaria. O passeio tinha 30Klm’s e era feito na totalidade por caminhos de pinhal à volta da freguesia de Albergaria, o passeio era bastante acessível, apesar de já ir meio chumbado de Sábado, fui num ritmo calmo sem garndes pressas.. Bota, mais 54Klm’s na pele!

Para terminar o fim-de-semana extra do feriado, na Segunda fui para a Lousã, “alones”, a ideia era ir fazer um track de 60Klm’s que saquei do GPSies. Nos primeiros 20Klm’s só fiz à volta de 1000 metros de acumulado! Após chegar ao ponto mais alto da serra da Lousã no Trevim, rumei em direcção ao S. António das Neves. O percurso que fiz já tinha feito no Geo-Raid da Lousã à uns anos, foi bom fazer a volta de novo, belas lembranças. Chegado à Lousã, mais 59Klm’s na pele!

Muito BTT este fim-de-semana, dormi à noite que nem um bébe!

S. João do Deserto

Ontem sai de casa direcção Ansião, de bike! A ideia era ir fazer um percurso via GPS que um colega de lá me passou, já à muito que não ia ao S.João do Deserto em Penela e apetecia-me lá voltar, o track cruzava por lá. Cheguei a Ansião já bem quentinho 🙂 a partir daqui começavam as novidades e a incerteza sobre o que o trajecto me reservava. O percurso inicial foi meio complicado, muita subida acumulada sem tempo para rolar, vi-me literalmente à rasca para chegar ao topo dos montes que me iriam fazer chegar ao objectivo principal do dia. Finalmente lá cheguei a S.João do Deserto que é sem dúvida um sítio onde perdes o fôlego, muito bom mesmo.

A partir daqui tinha ainda muito klm a percorrer, direcção à Lousã, andei praticamente sempre em sítios onde nunca tinha passado, até deu para correr ao lado de veados em liberdade 😉 Foi um dia muito comprido mas que tenciono repetir a seu tempo!

Agradeço ao Tiago Lopes pelo belo track que me arranjou, valeu a pena e as galinhas!

Francisco Pardal vence Avalanche Lousã

Boas, não queria deixar de escrever uma nota acerca do fim-de-semana passado e da mítica prova de DH que decorreu na Lousã, o Avalanche! O DH não é a minha praia mas gosto bastante desta vertente tal como de Freeride. Em Portugal e na minha opinião, a Lousã tem as condições perfeitas para a prática.

A Lousã é de facto o casamento perfeito com as bikes.

Parabéns pela vitória Francisco Pardal.

10712899_868590993166027_3957730750162784451_n

Page 1 of 2

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén