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Noite de Morcegos de Pombal (10ª)

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A voltinha pela Sicó (Domingueira)

O dia hoje começou cedinho. A volta foi de btt pela Sicó. Fiquem-se com as fotos do dia, numa pedalada que me levou pelo meio da serra até à aldeia do Sabugueiro, bem no topo desta serra. Fiquei 3 dias sem andar e senti-me um pouco “preso”, a semana que se segue vem juntamente com uma aventura agregada. Siga!

Fotos:

Strava:

Se não te apetece, vai.

Fazia hoje sensivelmente uma semana que não pegava em nenhuma bike, nem olhar para elas, são dias…mas hoje, ao fim do dia de trabalho decidi mesmo contra vontade dar uma volta. As voltas ao fim de dia podem tornar-se enfadonhas, chatas, sem história, percorremos muitas vezes os mesmo percursos vezes sem fim, o tempo não permite muito mais durante a semana, era esse mesmo motivo que hoje me estava a impedir de sair, afinal era mais uma volta pela Sicó, só isso…

Saí de casa por volta das 19:00, rumei em direção a Pombal com a ideia de já nesta cidade apanhar o Cabaz Florido, sítio onde gosto muito de passar e assim nada seria tão “chato”, o resto logo se via. O céu e horizonte hoje apresentava uma cor alaranjada, não estava muito muito a ser tão igual como costume, decidi que seria algo mesmo na “descontra”, sem pressas e esta terá sido a melhor ideia que tive até hoje.

Ao entrar na serra tentei ver as coisas de maneira diferente e imaginar que seria a primeira vez que lá passaria, o ambiente estava diferente, não sei, a famosa diagonal que liga o cabaz florido à aldeia do vale, esse single “maldito” acabei por fazer pela primeira vez sem pôr o pé no chão, a descontração era total.

Depois veio a aldeia do vale, onde já passei, talvez umas 3500 vezes, mas hoje estava diferente, até as casas, as renovadas estão muito bem integradas na aldeia e no seu ser, nunca tinha reparado nisso, o turismo rural, sim, aqui parece que funciona, vêm pessoas de fora usufruir disto e eu que sou de cá nunca lhe terei dado o devido valor? A parte “chata” foi a subida para o pesadelo da serra, a pedreira, aqui sim, tudo igual, como ontem e como amanhã, o buraco é enorme, nunca mais tem remédio, enfim! P.S. E apresenta perigo, a meu ver…

O final da volta pela serra foi e para finalizar em grande pelo vale a sul do eco, aqui sim, hoje passei lá à hora certa, as cores estavam sublimes, fiquei impressionada em como aqui tão perto, tenha afinal coisas tão “cool”. A natureza apresenta-se sempre de forma diferente, nós só temos de fazer as coisas de forma diferente também.

Moral da história, por vezes um mau dia, poderá ser um excelente dia. Se não te apetece vai, podes confirmar.

Fotos:

Strava:

Vale do Poio, Redinha – “O Vale Encantado”

Magnífica tarde de BTT hoje!

Meti na cabeça que o destino seria o Vale do Poio na Redinha. Saí de casa logo após o almoço, pelas 13:00 horas. Pus-me a caminho de Pombal junto à linha de comboio, de seguida a Pombal apanhei a estrada principal de alcatrão em direcção a Pousadas Vedras, já aqui em Pousadas Vedras começou o divertimento, fiz direcção pela serra e trilhos ao “Poio Velho”, e foi no fim do último trilho, no vale, que apanhei um trilho novo (pelo menos para mim), este fez parte do Trail de Pombal do último Domingo. Era uma verdadeira parede assim à primeira vista, fiz-me a ele a pé e passados poucos metros começaram a surgir desde logo mais opções (bifurcações), anda pessoal a abrir um trilho enorme desde o vale até à Cabeça da Corte (GR26), evita-se desta forma o “estradão” antigo até lá acima! Tive de o fazer a pé, aquilo é uma parede e muito técnico, mas para descer é um mimo! Muito bom. 🙂

Já na Cabeça da Corte fiz direcção ao que me propus, ir ao Vale do Poio (Novo), já fazia uns bons meses que não dava um salto lá, é mesmo um lugar espectacular, para mais aqui tão perto. Um lanche rápido, paisagem contemplada, ambiente calmo como é característico e fiz o regresso a casa!

Foram apenas 50Klm’s mas que valeram a pena, curioso que em Anços, já de regresso, vi a média, ia com 13,8Km/h! Fartei-me de andar a pé no Poio Velho, mas valeu bem a pena! 😉

Fotos:

Strava:

A Fuga

btt

No próximo dia 2 de Maio realiza-se em Vermoil A 7ª Edição do Desafio BTTralhos, este ano denominado “As Conquistas de D.Quixote”. Este Sábado foi dia dos últimos preparativos tendo a tarde sido reservada para marcar em GPS a fuga, do Rabaçal até Vermoil. Como sempre juntámo-nos em casa do “Zé Peixeiro”, apareceram 12 BTTralhos para o serviço!

O início como de costume foi a rolar até Pombal, junto à linha do comboio, em Pombal havia ainda mais pessoal para se juntar ao grupo, e foi logo em Pombal que tivemos a primeira ameaça de chuva, após 2 minutos resguardados esta lá abrandou e seguimos caminho, direcção Serra do Sicó.

A ideia era seguir até ao Rabaçal pelo caminho mais rápido, depois para cá iriamos fazer na íntegra o percurso que fará parte da fuga no Desafio, para isso seguimos por alcatrão até Pousadas Vedras, o grupo aqui ia num ritmo elevado e estava a custar-me imenso acompanhar, basicamente fui sempre a fazer de vassoura de mim prório até Pousadas Vedras, mas o maior problema ainda estava para vir, já em Pousadas Vedras dizeram-me que seria para subir em direcção ao Sabugueiro, subida essa que já não fazia à anos, é durinha como tudo. Nesta e logo nos primeiros metros vi o pessoal fugir, tendo eu ficado completamente pregado às pernas logo no início, estava em dia não, mas com calma e sem me chatear muito lá fui seguindo ao meu ritmo, o possível. Após o drama da subida e já no topo hidratei um pouco e conhecendo o caminho bem até ao Rabaçal desde ali, subi bastante a moral, tendo a partir daqui conseguido acompanhar o ritmo do grupo, nesta fase já tinha baixado e lá fui acompanhando com maior ou menor dificuldade. Daqui (após o Sabugueiro) seguimos em direcção às Malhadas, zona das quatro lagos e Chanca, nesta fase era tudo bastante mais rolante com o topo aqui e ali mas nada de grave.

A chegada ao Rabaçal foi feita pela Chanca, pelo lado do parapente, a descida estava impossível para mim, pedra muito molhada, eu sem pneu à frente, fiz basicamente tudo a pé, dada a ameaça logo inicial de queda, não quis arriscar, fui a penantes!

Já no Rabaçal e após um reforço rápido num café, era altura de nos fazer-mos ao que fomos, marcar a fuga do Desafio desde ali. O caminho em si é o mais fácil possível de se fazer, não me vou alongar muito acerca deste, quem quiser que venha ver 🙂 .

Do regresso fica apenas o registo e nesta fase sim, uma grande, enorme, chuvada, já nem me chateava com as poças de água, era por onde calhasse, era chuva, chuva e mais chuva. Foi assim praticamente sempre até ao Sabugueiro.

O que posso dizer mais? Dia 2 de Maio apareçam por Vermoil para passarem aquele que será certamente um grande dia de BTT, o pessoal do BTTralhos está super motivado com esta edição, valerá mesmo a pena.

Sabe tudo em: http://bttralhos.blogspot.com

Até Sábado!

Trail Running Pombal Sicó

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Categorias:

– Iniciação ao Trail 17 km
-Trail Cidade Pombal 25 km
-Ultra Trail Rosa Albardeira 46 km
– Caminhada da Serra à Cidade 15km

REVERTE 100% A FAVOR DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE POMBAL

Lousanaika

Bem, à dois anos atrás não pensava de todo voltar à Lousã, pelo menos indo de bike, de Vermoil até lá e voltar! No entanto ontem enchi-me de coragem e decidi ir, era para ter ido no Sábado com amigos, não deu, fui ontem, sozinho. Tinha pela frente cerca de 130Klm’s para fazer, grande parte em Btt.

Gps na bike, uma bifana, água, 4€ e lá fui eu, arranquei por volta das 8:30 da manhã, sem medos, tinha o dia inteiro por minha conta. Os primeiros quilómetros foram feitos em alcatrão, até aos Ramalhais, a partir daqui comecei a apanhar uns estradões de terra batida até à Vila de Santiago da Guarda, das últimas vezes que tinha ido à Lousã nunca tinha ido por aqui, fazia sempre muito mais alcatrão até ao Espinhal, daí comecei a ficar um pouco assustado de estar a “perder” algum tempo logo ao início.

Lá consegui deixar S. Tiago da Guarda para trás e nesta fase fiz um bom bocado de alcatrão até ao Espinhal, sempre a rolar ou a descer, o Espinhal dá o início das grandes subidas até à Lousã. Chegado ao Espinhal já com perto, ou mesmo duas horas feitas parei para um bolo e um cafézinho, precisava de parar para me mentalizar da dureza que iria surgir agora. Gastei os últimos minutos no Espinhal para umas fotos. Sem perder muito mais tempo arranquei e ao fim de 200 metros já estava a entrar nas subidas que me iriam acompanhar até às piscinas da Louçainha, é efectivamente uns bons quilómetros a subir, por vezes bastante inclinados, mas nem tudo é mau aqui, a vista para o vale da Pedra da Ferida acaba por compensar todo o esforço, para mim não são subidas para fazer a correr, são para se ir moendo nas calmas e apreciar as vistas. Passado um bom tempo lá cheguei às piscinas da Louçainha, foi uma sensação de alívio e de dever cumprido, a parte mais dura do percurso ou o pior estava quase a acabar, faltava-me só o estradão que me levaria até ao alto da Catraia na Lousã, nos 900 metros de altitude.

Sem demoras fiz-me na direcção do alto da Catraia, por um estradão no meio da serra onde por vezes se tem a oportunidade de ver veados em liberdade, foi rara a vez que ali passei que não os tenha avistado, à sempre uma excepção e ontem acabei por fazer esse troço todo sem vestígios deles! Foto aqui, foto ali, 13 horas estava no alto da Catraia, já com uma bifana que levei no estômago. O track gps que me deram fazia a descida até à Lousã pelas pistas de DH! Ponderei descer por estrada até à Lousã mas acabei por ir fazer as pistas. Ainda bem que assim foi pois ainda curti à brava por aquela serra abaixo! E o melhor é que nunca caí apesar de várias ameaças!

13:30 Lousã, Vila! Café, reabastecer água e siga fazer caminho de casa. Saí da Lousã pelo caminho de ferro até Miranda do Corvo, foi a primeira vez que fiz por aí, tira uns bons quilómetros à volta tal como eu a conhecia e ganhamos algum tempo.

Após Miranda do Corvo faz-se caminho por um vale até Penela, com pouco a contar, sempre rolante, em alcatrão. Com o cansaço cheguei a Penela sem me aperceber, de repente levantei a cabeça e avistei o castelo lá no alto. Numa volta deste género e apesar de em Penela estar ainda a dezenas de quilómetros de casa é como que já tivesses chegado a casa…incrível, boa sensação!

Em Penela fazes uns topos que apesar de curtos já doem, derivado do elevado número de quilómetros que trazes nas pernas. O objectivo é chegar o mais rápido possível à fábrica dos congelados de Penela, a partir daqui tens uma longa descida até ao Rabaçal, feita por caminhos florestais. No Rabaçal aí sim, já te sentes mesmo em casa, foi hora coca-cola, e fazer caminho até Pombal. Subida aqui, descida ali, mais dor menos dor, cheguei ao cimo do Sabugueiro, com aquela vista fabulosa sobre toda a Sicó a Sul, e o vale de Pousadas Vedras em baixo, as subidas até casa tinham acabado aqui, era agora tempo de rolar sempre nas calmas até casa. Neste intervalo ainda consegui que me vendessem um café por 0.35€ (não tinha mais dinheiro), tiveram pena de mim quando me viram de certeza!

Cheguei a casa às 17:30, com mais um grande dia de btt nas pernas e mente. Venha a próxima!

Fotos:

Strava:

BTT na Sicó, com amigos!

Hoje o dia começou mais cedo do que o habitual para um Domingo, pelo menos para mim. Não costunmo andar ao Domingo de manhã, mas hoje ouve excepção.

Por volta das 9 horas já me encontrava no ponto de encontro com mais dois companheiros para dar a nossa voltinha de BTT, pela Serra da Sicó.

Foi dia de corrr uma série de single-tracks, Sicó fora, até chegar à Aldeia do Vale. Foi mesmo uma “barrigada” de singles, como só a Sicó tem à disposição, são uns atrás dos outros, muita pedra, piso escorregadio, do melhor! Foi uma manhã 5 estrelas, muito divertida, tudo nas calmas, a aproveitar o melhor que o BTT nos pode trazer. Prazer!

Por Serra de Sicó

O fim-de-semana não era o ideal para ir pedalar, muita festa de anos no Sábado, logo, em vez de bikes, festas! Também faz parte…

Hoje, Domingo, tinha programado levantar-me cedo e ir pedalar aqui pela zona, no entanto não estava capaz de me levantar, estava um frio enorme e a preguiça também não ajudou, fiquei assim de manhã mais tempo na cama. À tarde e depois de almoço já não havia mais desculpas, assim peguei na Look e fui até à Serra de Sicó aqui bem pertinho, não há muito a contar da volta, como tal deixo-vos as poucas fotos que fiz.

Foram 40Klm’s +/- nas calmas e sem stress só para o aliviar 🙂

Rescaldo XI Raid BTT Vilaventura

O dia hoje começou um pouco mais cedo para mim. Por volta da 08:20 arranquei de carro para Vila Cã para participar no XI Raid organizado pela Vilaventura. Não estou certo mas julgo que o último evento público de BTT em que participei terá sido a Maratona de Manteigas em 2012, a ansiedade hoje era alguma.

Ia proposto a fazer os 50Km, prova na qual me tinha inscrito, sentia-me bem, estava preparado para o percurso maior! Os promeiros metros do percurso foram a subir, comecei desde início a sentir o corpo a não responder tão bem como devia, a entarda nos single-tracks (bastantes) fez-me perder bastante tempo, caindo para posições finais. Cedo comecei a sofrer bastante sem reacção nas pernas, as subidadas eram para mim logo desde o início um martirio e decidi cedo optar pelo passeio de 25Km e não pelo Raid.

Acabei com uma média baixíssima que não chegou aos 10Km/h, muito fraquinho mesmo, acabei muito desiludido com a minha prestação. Acontece…

Em relacção à prova em si nada a assinalar, estou habituado a que tudo funcione na perfeição em Vila Cã, isto em termos de organização, muito bom mesmo. O percurso era duro, foi opinião geral, nos 25Klms que fiz acabei com um acumulado de cerca de 700m! No que fiz e na primeira metade do percurso havia inúmeros single-tracks, o piso estava pesado, alguma lama, mas nada de trascendente.

Espero nos próximos tempos intensificar as minhas voltas com o intuito de melhor nos eventos e não sofrer tanto como aconteceu hoje! O caminho faz-se caminhando e este é para a frente.

De 1 a 5 dou nota 1 à minha prestação, ao evento em si 5.

Nem o RedBull me safou!

Nem o RedBull me salvou!

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